Funcionalidade
A alimentação com diabetes tipo 2: números confiáveis, não proibições
«O que eu posso comer?» é a pergunta mais comum depois de um diagnóstico. A Nilera não responde com um cardápio: ela deixa você buscar um alimento, informar a quantidade real do seu prato e ler o que dizem as tabelas oficiais de composição — mesmo sem conexão.
Regras contraditórias demais, nenhum número confiável à mão
Entre as listas de alimentos «proibidos» encontradas na internet, os conselhos bem-intencionados de quem está por perto e as dietas milagrosas, é fácil se perder — e acabar comendo com ansiedade em vez de prazer.
E quando você quer conferir algo preciso — quantos carboidratos há numa porção de arroz, num pedaço de inhame, numa fatia de pão —, encontra números aproximados, contraditórios, muitas vezes copiados sem fonte. O problema não é a falta de conselhos: é a falta de um número confiável exatamente no momento em que a dúvida aparece.
De onde vêm os números: as tabelas oficiais de composição de alimentos
As recomendações públicas não falam de alimentos estritamente proibidos, mas de equilíbrio e de quantidade: refeições regulares, um lugar importante para os legumes, as fibras e os grãos integrais, e um consumo limitado de produtos muito açucarados ou ultraprocessados. Sobre a glicemia, é a quantidade consumida — muito mais do que o alimento isolado — que faz a diferença.
Os valores nutricionais de um alimento não são uma opinião: são medidos e publicados por órgãos públicos em tabelas de composição. A tabela TACO no Brasil, a tabela Ciqual da ANSES na França, as tabelas regionais da FAO/INFOODS, a base FoodData Central do USDA. São essas tabelas que a Nilera embarca — não números copiados de um fórum.
Essas tabelas não se sobrepõem. O inhame, o attiéké, o fonio ou a mandioca não constam das tabelas europeias, e uma tabela europeia não descreve corretamente um prato da África Ocidental. Também acontece de um valor nunca ter sido medido para um alimento: nesse caso, a Nilera o exibe como não informado. Nunca substituído por zero — um zero inventado faria desaparecer um alerta de potássio ou de sódio que importa para alguém.
Cada situação é individual: o bom acompanhamento alimentar se constrói com o seu médico e, se preciso, um(a) nutricionista. A Nilera dá acesso a dados de composição e explica como lê-los; ela não monta um plano alimentar e não substitui um acompanhamento nutricional.
Fontes: Ministério da Saúde — Guia Alimentar para a População Brasileira · USDA FoodData Central · FAO/INFOODS — Tabelas de composição de alimentos · Tabela Ciqual — ANSES
Como a Nilera ajuda você no dia a dia
A Nilera embarca mais de 12 000 alimentos vindos de quatro tabelas oficiais de composição — CIQUAL/ANSES, FAO-INFOODS WAFCT, TACO e USDA —, com um catálogo adaptado à sua região. Você busca um alimento, ajusta a quantidade e lê:
- Uma busca de alimentos que funciona sem conexão: as tabelas de composição estão embarcadas no aplicativo, não consultadas num servidor.
- Um seletor de quantidade em gramas: você informa a porção que tem realmente à sua frente e todos os valores são recalculados na tela.
- Uma referência clara para essa porção — «boa escolha», «com moderação», «evitar» — sempre acompanhada da explicação do mecanismo, nunca reduzida a um sinal vermelho.
- Alertas ligados ao que você declarou: alérgenos, sódio em caso de hipertensão, potássio em caso de insuficiência renal, gorduras saturadas em caso de colesterol.
- Um catálogo adaptado ao seu país: conforme a região que você declara, a Nilera carrega a tabela de composição correspondente — aquela que realmente contém o inhame, o attiéké ou a mandioca.
- Quando um valor nunca foi medido pela tabela oficial, ele aparece como «não informado». Nunca substituído por zero.
Captura de tela em breve
As funcionalidades descritas aqui correspondem à versão atual do aplicativo, sem promessa de resultado médico.
Perguntas frequentes
Números confiáveis, mesmo sem sinal
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